17.02.05

Dei um pulo a uma sala de cinema e vi o Blade Trinity. Quer-me parecer que tinha ganho se tivesse optado pela Elektra. O filme é, a meu ver, o mais fraquinho dos 3. Muita porrada e pouca uva, entrando em algumas contradições na lógica dos filmes anteriores. Enfim, dá para comer pipocas e pouco mais! Posted by Hello
publicado por wherewego às 20:38

A La Castelo Branco: Não sei se vote em branco, se em algum partido, ou se me abstenha!

A La Louçã: Não votes. Não sabes o que é ser candidato! O que é ser deputado. O que é ser político!

Domingo é o dia D
de
esgraça, parece-me bem...
publicado por wherewego às 20:29

Qual será a primeira medida do Engenheiro Sócrates quando tomar posse?
Alargar a Via do Infante.
Eu disse que era muito má!!!
publicado por wherewego às 00:42


Não, não tirei isto do armário ou de nenhuma caixa cheia de pó. o comic com esta capa sai esta semana nos EUA. Quem comprará isto? Eu sei quem nem sequer se vai dar ao trabalho!!! Posted by Hello
publicado por wherewego às 00:42

Quem sabe se daqui saírá alguma coisa de jeito? Não sei, tenho uma pequena génese duma história dentro da minha cabeça. Se continuará ou não não sei. Se sairá algo de jeito, muito menos. Soemnte com trabalho e com choque de celulalizhas cinzentas é que a coisa irá lá.
O que acharam deste começo? Opinem. Agradeço...
O dia nasceu mais frio do que normal. Pela primeira vez em anos, um manto branco cobria a terra. As crianças acordaram num misto de surpresa, medo e curiosidade.
Os mais velhos perscrutaram os céus. Reuniram-se em volta do ancião, descansaram com as suas palavras, e tentaram voltar ao seu dia a dia.
No meio da aldeia a cabana do velho homem não denotava qualquer tipo de ansiedade. Tudo corria numa calma normalidade.
Sentou-se cansado na sua cadeira e pediu à mulher que reunisse as crianças da aldeia.
Alguns minutos passaram, até que a sala que servia de cozinha albergasse uma dúzia de crianças. De olhos abertos e ansiosas esperavam pela razão da visita.
Devagar, quase ausente o velho olhava para elas, sorriu momentaneamente, até que suavemente pediu à mulher que lhes fizesse uma bebida quente à base dumas ervas.
Olhando para aquelas crianças pensou nos pais delas, em como os tinha visto crescer, enamorar-se uns pelos outros e como estes pequenos rebentos tinham germinado.
“Sabem a razão pela qual estão aqui?”, perguntou.
Um mais afoito respondeu que não.
“Quero contar-vos uma história. Nada mais que isso.”
Viu nos seus olhos a importância do acontecimento. Entre eles o relato das coisas transmitia a vivacidade da vida, a tragédia, os diferentes elos que nos uniam uns aos outros. Mas claro que tudo isto era somente uma parte da questão, os elos também nos prendiam, oprimiam, e levavam-nos a fazer coisas que não queríamos. Pelo menos era isto que ele gostava de pensar, era uma desculpa e ao mesmo tempo uma força para continuar a viver. Era um peso que lhe saía de cima. Aceitou agradecido o copo quente que a mulher que o servia há tanto tempo lhe estendia.
Bebeu um pouco, juntou as recordações e começou a história.
publicado por wherewego às 00:33

Quem sabe se daqui saírá alguma coisa de jeito? Não sei, tenho uma pequena génese duma história dentro da minha cabeça. Se continuará ou não não sei. Se sairá algo de jeito, muito menos. Soemnte com trabalho e com choque de celulalizhas cinzentas é que a coisa irá lá.
O que acharam deste começo? Opinem. Agradeço...
O dia nasceu mais frio do que normal. Pela primeira vez em anos, um manto branco cobria a terra. As crianças acordaram num misto de surpresa, medo e curiosidade.
Os mais velhos perscrutaram os céus. Reuniram-se em volta do ancião, descansaram com as suas palavras, e tentaram voltar ao seu dia a dia.
No meio da aldeia a cabana do velho homem não denotava qualquer tipo de ansiedade. Tudo corria numa calma normalidade.
Sentou-se cansado na sua cadeira e pediu à mulher que reunisse as crianças da aldeia.
Alguns minutos passaram, até que a sala que servia de cozinha albergasse uma dúzia de crianças. De olhos abertos e ansiosas esperavam pela razão da visita.
Devagar, quase ausente o velho olhava para elas, sorriu momentaneamente, até que suavemente pediu à mulher que lhes fizesse uma bebida quente à base dumas ervas.
Olhando para aquelas crianças pensou nos pais delas, em como os tinha visto crescer, enamorar-se uns pelos outros e como estes pequenos rebentos tinham germinado.
“Sabem a razão pela qual estão aqui?”, perguntou.
Um mais afoito respondeu que não.
“Quero contar-vos uma história. Nada mais que isso.”
Viu nos seus olhos a importância do acontecimento. Entre eles o relato das coisas transmitia a vivacidade da vida, a tragédia, os diferentes elos que nos uniam uns aos outros. Mas claro que tudo isto era somente uma parte da questão, os elos também nos prendiam, oprimiam, e levavam-nos a fazer coisas que não queríamos. Pelo menos era isto que ele gostava de pensar, era uma desculpa e ao mesmo tempo uma força para continuar a viver. Era um peso que lhe saía de cima. Aceitou agradecido o copo quente que a mulher que o servia há tanto tempo lhe estendia.
Bebeu um pouco, juntou as recordações e começou a história.
publicado por wherewego às 00:33

Quem sabe se daqui saírá alguma coisa de jeito? Não sei, tenho uma pequena génese duma história dentro da minha cabeça. Se continuará ou não não sei. Se sairá algo de jeito, muito menos. Soemnte com trabalho e com choque de celulalizhas cinzentas é que a coisa irá lá.
O que acharam deste começo? Opinem. Agradeço...
O dia nasceu mais frio do que normal. Pela primeira vez em anos, um manto branco cobria a terra. As crianças acordaram num misto de surpresa, medo e curiosidade.
Os mais velhos perscrutaram os céus. Reuniram-se em volta do ancião, descansaram com as suas palavras, e tentaram voltar ao seu dia a dia.
No meio da aldeia a cabana do velho homem não denotava qualquer tipo de ansiedade. Tudo corria numa calma normalidade.
Sentou-se cansado na sua cadeira e pediu à mulher que reunisse as crianças da aldeia.
Alguns minutos passaram, até que a sala que servia de cozinha albergasse uma dúzia de crianças. De olhos abertos e ansiosas esperavam pela razão da visita.
Devagar, quase ausente o velho olhava para elas, sorriu momentaneamente, até que suavemente pediu à mulher que lhes fizesse uma bebida quente à base dumas ervas.
Olhando para aquelas crianças pensou nos pais delas, em como os tinha visto crescer, enamorar-se uns pelos outros e como estes pequenos rebentos tinham germinado.
“Sabem a razão pela qual estão aqui?”, perguntou.
Um mais afoito respondeu que não.
“Quero contar-vos uma história. Nada mais que isso.”
Viu nos seus olhos a importância do acontecimento. Entre eles o relato das coisas transmitia a vivacidade da vida, a tragédia, os diferentes elos que nos uniam uns aos outros. Mas claro que tudo isto era somente uma parte da questão, os elos também nos prendiam, oprimiam, e levavam-nos a fazer coisas que não queríamos. Pelo menos era isto que ele gostava de pensar, era uma desculpa e ao mesmo tempo uma força para continuar a viver. Era um peso que lhe saía de cima. Aceitou agradecido o copo quente que a mulher que o servia há tanto tempo lhe estendia.
Bebeu um pouco, juntou as recordações e começou a história.
publicado por wherewego às 00:33


Porque é que a galinha atravessou a estrada? Guess Why? Posted by Hello
publicado por wherewego às 00:30

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