08.07.05
os bolos, a festa surpresa, os presentes, o champanhe.
Este blog comemorará um ano de vida na próxima 2ª feira!
Preparem-se.
publicado por wherewego às 10:50

Já li o primeiro livro da colecção, e li alguns (poucos) capítulos do segundo volume.
São livros muito bem escritos e interessantes mas que não puxam a uma leitura desenvolta, pelo menos em português. Requerem uma leitura lenta e pausada, mas traduzem a leitura numa pintura perpetuante. Mais de um ano (ou 2?) após a leitura, ainda me lembro de certas passagens, tenho as personagens configuradas na minha mente, alguns episódios frescamente desenhados.
Mas não é da colecção (que de qualquer modo aconselho) que quero falar. Quero falar do filme, com Russel Crowe. Tinha visto a apresentação, já falara com um ou dois amigos que tinham visto e gostado bastante do filme, mas ainda não me decidira.
Vi-o na 3ª Feira. A premissa é a mais chata possível. Duas horas e qualquer coisa de barco foge de barco, e barco persegue barco. Ah! No meio disto atacam-se com balas de canhão um ao outro, claro!
Desenganem-se os que já bocejam, o filme de entediamento terá os primeiros 5 minutos, depois agarra o espectador pelo colarinho e só o larga no final.
A realidade daquela (desculpem o pleunasmo) realidade, sendo que o cor de rosa aqui é evitado, choca um pouco! A bordo iam algumas crianças/adolescentes para aprenderem o ofício. Os da nobreza seriam patentes mais altas, os do povo seriam, se sobrevivessem, marinheiros.
O relacionamento entre marinheiros, entre marinheiros e oficiais e entre estes repassa todo o filme.
Um filme de e com barcos, sobre a fixação de um homem, do orgulho ferido, com o inimigo.
Vejam, se ainda não viram...
publicado por wherewego às 10:34

Na minha mente há uma palavra que não deixa de piscar em neon (que linda mente que eu tenho!!!) quando penso nos acontecimentos de ontem: MILAGRE!
Quem já ouviu falar ou conhece os metros de Londres só pode ter ficado admirado com o número de mortos. 4 explosões fariam prever uma carnificina maior, felizmente isso não aconteceu.
Ataques bárbaros, cruéis, cobardes foram alguns dos epítetos lançados por vários dirigentes políticos e jornalistas. Não estávamos a falar de terroristas? Estavam à espera de quê?
publicado por wherewego às 10:29

Que lindo título!
É melhor ficar-me pelo título, de forma a manter alguma qualidade!
publicado por wherewego às 10:10

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