07.10.05
Revi esta tarde, e na companhia da namorada, o National Treasure e The Interpreter.
Já falei dos dois aqui.
De National TReasure gosto bastante, acho que é uma mistura engrançada entre filme de família e aventuras a la Indiana Jones. É tudo o que se esperaria, sendo naif o suficiente para se encaixar no estilo Disney, quase em desuso, com pessoas de carne e osso. Palpita-me que não vou gostar do Código da Vinci, o livro é, na minha opinião, um chorrilho de trampa e barbaridades, e o filme não ajuda nada em ter Tom Hanks (desculpem, é um dos meus ódios de estimação) no papel principal.
The Interpreter é um pouco cor de rosa, demasiado utópico (e depois de ter visto o final alternativo, como suspirei. Se o outro tivesse sido adoptado, então é que teria sido bonito), mas ao mesmo tempo realista. Gostei do relacionamento entre as personagens principais (Penn e Kidman). Ri com a piada recorrente, em todo o filme, entre o gone e o dead, piada que me ultrapassara, por completo, no cinema.
E depois tem Kidman, que embora pareça que vai desfalecer a qualquer momento me convenceu (confesso que não é preciso muito!). E tem também Penn... E é bem melhor do que o anterior filme de Pollack (ah já não se lembram? Era com o Harrison Ford e com a Kristin Scott Thomas)...
publicado por wherewego às 23:16


Gosto deste cartaz!
Como poderia não gostar?
Reparem na subtileza da ironia, "sempre presente"!
Mesmo no Brasil. Mesmo fugida. Mesmo escondida. Mesmo subvertendo a justiça.
Infelizmente, sempre presente!

Posted by Picasa
publicado por wherewego às 23:10


Tenho de confessar que não desgosto da primeira parte da história, embora não seja grande fã do Dan Jurgens, nem de tudo o que esteve por trás desta morte do Super-Homem.
Falo desta, porque o rapaz não continuou morto por muito tempo (duh!), nem era isso que se queria, o que se queria era dar um novo alento às vendas dos títulos Superman.
Claro que conseguiram, mas a qualidade da história foi relevada para segundo plano e ficaram com 3 ou 4 (ou 5?!) Super-Homens.
Só para relembrar o cariz demasiado leviano com que se trata, hoje, a morte nos comics. É uma generalidade, mas é a realidade.


Posted by Picasa
publicado por wherewego às 23:02

É bom ver que tenho dois leitores que gostam de BD.
Sempre dá para puxar um pouco a braza à nossa sardinha e esperar algum feed-back.
Vou levar mais uma semana com imagens de "Morte", mas depois passo para Bds que me marcaram/marcam!
Que acham?
publicado por wherewego às 22:58

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