25.03.06

Greg Rucka, um dos meus autores favoritos, favoritos na Bd, mas também fora dela (Keeper, Finder, Critical Space e A Gentleman´s Game) decidiu acabar com Gotham Central.
Gotham Central foi e é uma das minhas séries de BD favoritas. Começou por ser uma simples série policial, situata na cidade de Gotham, a mesma de Batman. Dizia uma das primeiras publicidades à série que havia crimes que eram resolvidos sem a participação ou ajuda do Homem Morcego. E foi assim que a série começou.
Uma das séries mais fortes, interessantes e viciantes da Dc. Nunca terá vendido muito, mas a DC nunca acabou com ela por causa disso. A qualidade mantinha a tiragem mensal.
Depois Brubaker, um dos co-autores e Michael Lark, o desenhador, saíram para a Marvel.
Rucka disse que via a série como uma obra conjunta e que sem os colegas não fazia sentido continuar.
E há cerca de dois meses a GCPG viu o fim, com alguns bangs...
Uma das personagens principais morreu, melhor, foi morto e a sua colega deixou a polícia.
Este ano vamos vê-la em 52, ao seu colega vamos seguir as suas aventuras no pós-morte, vestindo, embora não muito convictamente, a pele do Espírito da Vingança, The Spectre.
Á série acabou, a vida das suas personagens nem por isso, mesmo as que morreram. Vamos a ver o que o futuro encerra.
publicado por wherewego às 18:29

O seu cartão passou de validade.
foram as palavras da senhora da biblioteca.
Acredito.
foram as minhas.
Há cerca de dois anos que não vinha cá, e até vinha com bastante regularidade.
Pois, eu sei.
5 novidades (nem todos), 5 livros que queria ler (queria e ainda quero) e o melhor de tudo, 5 livros de graça.
O Invasor de Marçal Aquino
Nem tudo começa com um beijo de Jorge Araújo e Pedro Sousa Pereira
Precioso de Abel Neves
Mentira de Enrique de Hériz
A dança das Areias de Bruce Kirby
publicado por wherewego às 18:25

Vou escrever um livro.
O que não é verdade, é uma incorrecção, uma aldrabice. Mas começo a pensar se escrever um livro não daria menos trabalho!
A primeira frase do texto é uma falácia, uma inverdade, um exagero.
Vou participar na compilação de um livro sobre comboios. Sobre os comboios na literatura, e também imaginário cultural português.
Comboios...
Giro, não é? Depois de três horas na biblioteca, no único Sábado seco em três semanas e chegando a casa com não muita informação...não sei se ainda acho que é giro...!
Olhem...se se lembrarem de textos (ficcionais ou não, romances, crónicas, poesias, etcs.) portugueses que mencionem o comboio, bem, mencionar só não chega, que falem do comboio, em que o comboio seja a personagem, o espaço, o tema, lembrem-se de mim...
Pode ser?
Beijinhos e abraços
Pouca terra, pouca terra, uh uh...
publicado por wherewego às 18:19

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