18.10.06
Pode-se ler no site do Público:
O secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, António Castro Guerra, afirmou hoje que a culpa do aumento de 15,7 por cento no preço da electricidade em 2007 é dos consumidores, porque "este défice tem de ser pago por quem o gerou".
Até este ano, a lei impedia uma actualização dos preços acima da inflação, o que deu origem a um défice tarifário que, na opinião de Castro Guerra, "só pode ser imputado aos consumidores"."São os consumidores que devem este dinheiro. Não é mais ninguém", declarou o governante à rádio TSF. "Este défice tem de ser pago por quem o gerou" (...)


E fiquemos por aqui. A minha pergunta é, se a lógica é para ser seguida? E se a lógica do ministro tem sentido?
Quantas vezes os contribuintes pagam aquilo que o Estado quer? Temos nós tido alguma força no que se deve ou não pagar? Olhando para o presente a resposta é não.
Mas, pegando no argumento porque é que eu hei-de pagar o buraco da Segurança Social? Não fui eu que o gerei. Porque hei-de pagar o desastre das contas da Função Pública? Não fui eu que o gerei.
Querem aumentar as tarifas, dar mais contas aos portugueses para pagar? Façam-no.
Mas, se não têm razões lógicas (se precisam de dinheiro), admitam-no, agora utilizar filosofia barata...
Porque é que eu tenho de aturar a diarreia verbal barata do Senhor Secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação?
Não fui eu que o gerei....

publicado por wherewego às 23:47

A grande maioria dos seus colegas de turma tinha medo de expor as suas dúvidas e críticas. Ele, pelo contrário, embora procurasse ser educado, não suportava ficar calado. Causava agitação na sala de aula devido à sua ousadia de interrogar os professores. Estes ficavam aflitos diante dele, pois estavam preparados para ministrar aulas a uma plateia passiva.

in Cury, Augusto - A vida de um pensador
publicado por wherewego às 23:43

-Muitos pais morrem sem nunca terem coragem de dizer essas palavras aos filhos. Esquecem-se das coisas mais simples.
-É verdade. Tropeçamos nas pequenas pedras e não nas grandes montanhas.
in Cury, Augusto - A vida de um pensador
publicado por wherewego às 23:41

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