15.12.06
Daniel Silva - um excelente escritor de thrillers, de romances de espionagem.
Espiões, o Holocausto, os crimes cometidos contra a Humanidade, e a forma como alguns foram esquecidos (e apagados?), o conflito Israelo-árabe e outros assuntos.
Tudo nos romances de Daniel Silva.
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publicado por wherewego às 13:13

14.12.06
Estava aqui a tentar lembrar-me de uns versos de Mário Sá Carneiro, mas parece que não os consigo pôr de pé!
Quase de férias.
Quase a dar teste, no sábado.
Quase a corrigi-los.
Quase a chegar o Natal.
Quase (ah!ah!ah!) a terminar os sumários das turmas que tenho. Não vou explicar, mesmo que quizesse, acho que não dá!
Enfim...a palavra chave é quase!
A ver se me mando para longe no Sábado depois de almoço, quem sabe para Ponte de Sôr?
publicado por wherewego às 20:25

Por ter sido dada como provada a acusação de crime sexual contra o “enteado” — uma criança de 6 anos, surda-muda e amblíope — um homem de 17 anos foi condenado a doze anos de cadeia. A mãe da criança foi absolvida. Não comento. Mas há um dado que me deixa perplexo. Segundo noticia o Público, a mãe da criança e o assassino praticavam sexo «várias vezes ao dia [...] nas modalidades de vaginal, oral e anal [e na altura do orgasmo] ela arranhava-lhe as costas e ele mordia-a.» (sic) Isso mesmo consta do «explícito texto da acusação.» Consta? Se mal pergunto: e que tem o cu a ver com as calças?
publicado por wherewego às 17:50

A ratoeira serviu para o rato que queria apanhar.
Estás a ficar (30, não é?) velho para te deixares enredar nestas coisas:p
A realidade é que o post era dedicado a ti.
O que menos me arrelia é o que a Carolina, que vai ser o bestseller do Natal - uma velhota de 70 anos, aqui no Barreiro, no Feira Nova perguntava pelo livro, logo... - podres já a gente sabe que existem, no Benfica e no Porto, talvez menos, no Sporting.
Fora das páginas do livro, a verdade é que a equipa azul e branca tem sido a mais forte e nem tem sido, especialmente, favorecida este ano.
Dentro das páginas do livro, verdade ou não, a senhora vai ter que provar o que escreveu, e ao que parece já disse que não tem provas... vamos a ver no que isto dá...
publicado por wherewego às 16:57

Através do sitemeter conseguimos ver a quantidade de visitas diárias, bem como a forma como chegaram até nós.
Imensas vezes, sorri ao ver que a frase ou palavras escritas no google foram: prenda para a namorada.
Confirma-se, as mulheres são difíceis de entender e nada como ir à internet ou aos blogs para ver o que lhes dar.
publicado por wherewego às 16:54

Depois do sururu ("despedem o homem com que foram campeões? Ah, e tal!!) no início do campeonato, pasmo pelo silêncio face ao actual estado do FCP.
E agora, ninguém bate no Jesualdo?
publicado por wherewego às 10:29

13.12.06
Um grupo de iluminados encontrou-se no Irão para debater a inexistência/invenção do Holocausto.
Como diz o outro, mais cego do que o que não vê, é o que não quer ver.
Esta discussão nasce, obviamente, do ódio para com a nação de Israel, e do desejo iraniano (e não só) em exterminá-la. Mas, as dificuldades com o Estado de Israel não são evidentes somente para aquelas bandas.
Até em Portugal se vai falando de Israel, os de direita costumam apoiar os israelitas e os de esquerda gostam de apelidá-los de terroristas e bárbaros.
A verdade é que a realidade não é assim tão preto e branca.
Esquecem-nos, ignoramos ou fingimos desconhecer que a Europa e os EUA têm, na realidade, a sua culpa. Quem já leu sobre o nascimento do Estado Hebraico sabe que foi, na altura, a melhor saída para estes dois lados.
Por um lado, tanto europeus como americanos queriam ver-se livres de esqueletos andantes, que lhes lembrava o terror que estes senhores querem fazer-nos crer nunca existiu, e era mais fácil levar a cabo os processos relacionados com a Segunda Guerra Mundial com os judeus afastados. Quantos assassinos nazis conseguiram fugir da Europa? Quantos com a conivência de vários estados, do Vaticano e até da Cruz Vermelha? Quantos continuaram a agir nas sombras dos serviços secretos durante a Guerra Fria? Problemas de consciência, políticos e económicos levaram ao nascimento do Estado de Israel na histórica Assembleia das Nações Unidas. Como analisar a fuga da Inglaterra da Palestina? A guerra a que hoje assistimos poderia ter sido evitada, em grande medida, se o caso tivesse sido tratado de forma diferente.
Gostamos de discutir a situação, não só em Portugal, subjectivamente, sem olhar a causas e conteúdos. Há sempre duas visões, a de esquerda e a de direita, e ficamos neste impasse.
Uns esquecem os actos de barbárie dos restantes irmãos árabes e criticam os actos de retaliação, ou não, dos israelitas, e vice-versa.
Recriar a hitória, adulterá-la e mascará-la é um crime e por isso devia ser punido.
O ódio para com alguém não me dá o direito de mentir, alterar a verdade, por todos, conhecida.
Em alguns países o negaciosmo e o revisionismo é punido. Na bela democracia iraniana isso não acontece.
Por isso, alguns iluminados encontraram-se esta semana para discutir a mentira do Holocausto.
Sobre o Holocausto deixem-me deixar (perdoem-me o pleunasmo) algumas sugestões de leitura:
Se Isto é Um Homem - Primo Levi
Exodus - Leon Uris
O Confessor, Morte em Viena e The English Assassin - Daniel Silva
Maus - Art Spiegelman
Os Ditadores - Richard Overy
O livro sobre o totalitarismo de Hanna Arendt
e tantos outros...estes são aqueles que li ou estou a ler.
Tento não terminar com uma frase óbvia, mas o desejo dos sobreviventes era que não nos esquecessemos do que acontecera. Pouco a pouco é o que estamos a fazer. Parece que somos incapazes de aprender com o passado.
O que é triste.
publicado por wherewego às 11:43

Comprei, a preços de chuva (3.95€ cada), os volumes 2-4 da mítica série espanhola.
E já consegui ver 2 episódios.
Foi interessante rever a série passados vários anos. Não posso dizer que me lembrava dos episódios que vi, lembro-me vagamente do último. E a forma como a via, antes da adolescência, mudou radicalmente, hoje vejo-a, e ainda bem, de outra forma.
Continuo a gargalhar, penso que com mais força hoje, com os disparates do Tito e do Piranha, com a voracidade deste último, mas fui apanhado de surpresa com os temas e o tratamento destes que a série faz.
Vi dois episódios, um sobre a primeira menstruação, a amizade, a passagem de menina a mulher, a diferença entre homens e mulheres no que diz respeito aos relacionamentos amorosos, e o outro sobre a depressão. É para mim uma surpresa ver como os temas eram abordados, alguns levemente, mas sempre com muito humor e boa disposição, e por vezes, com muita coragem.
Verão Azul é, hoje ainda, uma série interessante, com valores e com uma abordagem que nos leva a discutir, até com os mais novos, alguns temas difíceis.
Produzida e realizada em 1981, Verão Azul mostra-nos uma realidade ainda hoje não atingida pelas séries/telenovelas portuguesas. Consegue ter vários níveis de interpretação, mantendo-a apelativa para miúdos e graúdos.
É leve? É. É corajosa? É. É séria? É.
Há 25 anos atrás os espanhóis já estavam mais evoluídos que nós, não é somente de hoje. Nós ficamo-nos pelos Inspectores Max, Doces Fugitivas, Anjos Selvagens e Morangos, séries que têm algum potencial mas que esbarram no desejo de nos estupidificaram cada vez mais, fazendo 20 episódios clones uns dos outros, que nada nos ensinam, que não nos levam a discutir nada. Comer e calar, e assim vai o panorama da nossa televisão.
publicado por wherewego às 11:41

Já abordei aqui a nova série de Aaron Sorkin, Studio 60. Não deixa de ser interessante que a série, que aborda os bastidores de um programa a la Saturday Night Live, que comenta inteligentemente os meandros da televisão esteja a ter problemas a nível de audiências, ainda que já tenha sido celebrado o contrato para a finalização da primeira série. Segundo o estúdio a série tem a qualidade desejada e esperada, e um núcleo forte de espectadores, ainda que esteja aquém da fatia de share desejada.
Muitas das novas séries americanas têm sofrido este mesmo problema, este ano tem sido difícil para as novas apostas. Vanished desvaneceu-se e os últimos três episódios só vão ser exibidos na net, a produção já terminou, e por enquanto os telespectadores vão ficar sem saber os finais para várias das storylines.
Justice, uma das séries que me agradaram, também já viu o machado cair sobre o processo criativo e foi cancelada.
O fim tem a ver com um factor decisivo nas emissões americanas, o share de audiências e o valor que os anunciantes pagam por cada anúncio nos respectivos intervalos.
A realidade tem sido negra para muitas das novas apostas, sendo que o prémio para melhor série irá, por parte dos críticos e da audiência, para Heroes que tem grangeado simpatia e entusiasmo por parte de quem vê e de quem escreve sobre televisão. Heroes é uma série sobre alguns indivíduos que descobrem possuir poderes e sobre as escolhas que cada um faz.
E assim vai a televisão americana, ou parte dela.
publicado por wherewego às 11:09

12.12.06
A corrigir testes...penso que está tudo dito!
publicado por wherewego às 10:01

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