25.05.07
Haverá coisa melhor para dinamizar um deserto que um aeroporto? Parece que eles até vão precisar de areia!
Quanto a pessoas, os emigrantes que ajudam a fazer o nosso país mais pobre podem ser uma boa opção.
publicado por wherewego às 17:54

Ao ouvir sobre o deserto da Margem Sul pergunto-me se as frases de Mário Lino indiciam falta de água ou excesso de álcool.
publicado por wherewego às 17:52

E para quando um Ministério dos silly politicians?
publicado por wherewego às 17:50

24.05.07
Começa hoje mais uma Feira do Livro.
"Habitei" lá durante quatro anos, no Stand da Sociedade Bíblica. Ri, conversei, comprei livros, conheci gente nova, passei frio e calor, quase que adormeci, passei-me com alguns compradores, enfim...vivi o que a maior parte dos vendedores dos stands vive.
Hoje não me compensa ir à Feira do Livro a não ser para ver os stands dos alfarrabistas ou avaliar um panorama mais geral do que vende e publica (um não é sinónimo do outro) em Portugal.
A verdade é que com a excepção dos livros do Dia pouco compensa comprar na Feira do Livro. As Fnacs, os Continentes e outros vão tendo os livros quase ao mesmo preço, por vezes bem mais baratos. A internet também ajuda, principalmente aos que lêem em inglês e sofrem com as traduções e revisões (inexistentes) em português.
O ano passado não fui lá dia nenhum, este ano...quem sabe?
publicado por wherewego às 16:08

23.05.07
Ontem fui ao cinema e optei pelo novo filme de David Fincher.
Lembro-me que fiquei marcado pela primeira vez que vi Seven, e na altura não gostei. Visto pela segunda vez tornou-se um marco e um filme amado.
Zodiac, pelo contrário agradou-me bastante, ainda que a "aproach" não seja a a mais comercial. Podia ser um filme comercial, quase um video clip, mas a opção de Fincher não foi essa, se é que alguma vez o foi.
O que fica em Seven e em Zodiac é a forma como Fincher nos suga para dentro do filme, como nos apoquenta como apoquentados são os seus protagonistas.
O filme é longo, como longa foi a investigação. Hesito na palavra a utilizar, a frase do poster transmite a ideia de obsessão, e comparativamente penso que Seven é mais obsessivo que este Zodiac. Zodiac cansa-nos, irrita-nos e deixa-nos desolados perante a incapacidade investigativa. É de um mistério que se trata, mas um bom mistério, um mistério com curvas demasiado apertadas, e com dificuldades demasiado acrescidas.
Ainda assim, Zodiac é sobre investigadores. Profissionais ou não, e como a solução de um problema nos pode custar a normalidade do dia-a-dia.
Zodiac é um dos grandes filmes de 2007, quer se fique decepcionado ou não. Eu não fiquei.
Duas notas sobre decepção.
Não é que não goste de Jake Gyllenhaal, mas parece-me demasiado canastrão para desempenhar o papel principal. As expressões são muito parecidas, e que me perdoem os fãs, mas eu teria feito outra escolha de casting.
Mark Ruffalo (um dos polícias), Robert Downey Jr. (o jornalista que perde o tino) e John Carroll Lynch (um dos principais suspeitos) são magníficos.
Quem fez a legendagem para português devia levar três tiros. Desde erros de português, dos mais básicos, verbos na 3ª pessoa do plural que deviam acabar em -am acabam em -ão, até às frases finais, em que umas são traduzidas e outras, nem por isso. O português que não leia inglês fica sem saber o que aconteceu a Paul Avery. Podemos pedir reembolso por causa de uma má legendagem?
publicado por wherewego às 18:04

22.05.07
O que são evangélicos? São todos iguais? Dão-se bem uns com os outros? O que fazem dentro e fora da igreja? Conheço algum? Isso pega-se?
Estas e outras respostas (algumas só!) no dossier do 1º de Janeiro sobre Evangélicos em Portugal.
Interessante.
Mais logo individualizo alguns dos links do dossier.
publicado por wherewego às 09:01

Sócrates dixit: «Quero deixar-vos também uma palavra de confiança, confiança em vós, nas vossas famílias e a certeza que cada um de vós dará o seu melhor para um país mais justo, para um país mais pobre...»
Está tudo dito!
publicado por wherewego às 08:59

21.05.07
O nº 2 da Callema aproxima-se do parto.
Já falta pouco, para ver a capa, clicar aqui.
Do nº 2 destaca-se o tema da capa, entrevista com Nuno Júdice e três poemas inéditos.
Para os fiéis, um texto deste vosso escriba.
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publicado por wherewego às 11:11

Espero o café enquanto escrevo num caderno preto.
Tento imaginar tramas e personagens.
O café chega ao mesmo tempo que uma rapariga de cabelos pretos entra. Com uns olhos tristes, vem apropriadamente de preto. Encarna a beleza triste.
Senta-se numa mesa, pede um café e acende um cigarro. O café esfria à medida que o cigarro é compulsivamente fumado. Ela olha pela janela. Para lado nenhum, talvez para dentro de si. E os olhos tristes, negros, teimando em olhar o vazio.
Decido escrever algo aproveitando a triste musa. Enquanto escrevo, e indeciso quanto a um dos atributos, levanto a cabeça para olhar para ela, desvaneceu-se, saiu.
Apropriado...
publicado por wherewego às 11:01

At last and at least...
publicado por wherewego às 10:48

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