14.07.07
Vi a edição nacional de Clive Cussler, pela Oficina do Livro, e senti-me tentado. Mas 18€?
Viajei ao ebay, tinha comprado por 7.5€ Valhalla Rising, que já lera mais de metade e gostara, e empenhei-me. Comprei 10 livros de Clive Cussler por 30 Euros. Sempre há elementos positivos nesta história do mercado comum.
publicado por wherewego às 10:31

Tornou-se tão paranóico que quando sonhava com portas a abrir acordava e olhava para a porta do quarto.
publicado por wherewego às 10:31

10.07.07
Há coisas que fazem um tipo acordar bem disposto. A notícia de que Pepe saírá do Porto por 30 milhões de € é uma delas. Que me desculpe o jogador, mas nunca, em momento algum, gostei dele. São gostos, como o de Jesualdo que parece estar disposto a ficar sem Ibson (para mim um dos melhores médios em Portugal), enfim...
Depois, a anedota de Farnerud. Eu sei que não gosto de Ricardo, acho que é frangueiro, muito convencido e orgulhoso e ninguém pode falar mal dele. Não lhe contem deste blog, que ele ainda fica com azias. De qualquer modo parece que o Bétis quer comprá-lo. E pelo que li o senhor até já chegou a acordo.
Do lado do Sporting parace que existem alguns entraves e alguns jogadores já começaram a falar.
Farnerud destaca a personalidade do capitão sportinguista e a comunicação com os defesas: Não será fácil trocar agora de guarda-redes, porque é importante a relação entre o guardião e os defesas.
E eu que pensava que o Ricardo grita (e esbraceja, e fica com ar de carneiro mal morto, e chama nomes ao árbitro e ao gajo que marcou...) excessivamente com os defesas sempre que sofre golos, imputando-lhes a culpa; afinal não, é só ele a relacionar-se com eles...
publicado por wherewego às 14:29

09.07.07
A Ruína de Jennifer Egan foi uma obra badalada e aplaudida. Na revista Meus Livros teve 9/10 o que me convenceu a comprá-la.
2 primos formam a linha narrativa, um deles, promissor enquanto criança, desempregado e perseguido é convidado pelo primo Howie, gordo e gozado por todos enquanto criança, para ajudá-lo a restaurar o castelo que comprou.
Esta é uma das narrativas da obra, na outra encontramos um preso num curso de escrita criativa.

Já perceberam que as duas histórias se vão encontrar! Até aqui... O livro passou-me completamente ao lado, o estilo, as personagens, as descrições...nada me entusiasmou. A escrita foi pouco escorreita, demasiado asneirenta e sem criar em mim o efeito que se pretende. A história nunca foi suficientemente interessante, e o fim não é a surpresa enorme que alguns me tinham vendido.

Enfim, tempo completamente perdido e dinheiro também. Valhalla Rising de Clive Cussler está-me a dar mais gozo.

3/10
publicado por wherewego às 11:02

Eu já não sei se a palavra é choque. As pessoas acham tudo normal. A moralidade é relativa, as escolhas são possibilidades quase totais, o pecado é ser contra a relativida actual.
Devemo-nos chocar que crianças de 14 anos façam sexo virtual a troco do carregamento do telemóvel? Aliás, sexo virtual que inclui imagens (o vídeo delas a despirem-se e a fazerem não se sabe bem o que mais). Parece-me a mim que a idade para a definição de pedófilo vai descer cada vez mais, e se calhar descerá mais do que imaginaríamos.
Para que é que uma criança de 7 ou 8 anos precisa do telemóvel? Para que é que uma criança de 14 anos precisará de um telemóvel? 3G, pelo menos? Somos dos países mais endividados da Europa, mas sentimo-nos pobres e ridículos se não tivermos um leitor de dvd, uma ps3, um telemóvel, tvcabo, etc, etc...
As nossas crianças têm pressa em crescer, e a culpa é nossa e da sociedade em que estamos inseridos.
Mas crescer... sem rede de segurança, agarradas a fios, choca-me. A mim, pelo menos e ainda.
publicado por wherewego às 10:44

07.07.07
O programa das 7 Maravilhas deve ter tido uma das piores prestações de que me lembro.
Claro que foi em directo, mas...
Faltar um dos membros, ver o Ben Kingsley a piscar os olhos para poder ler alguma coisa, ouvir a apresentação num inglês macarrónico (ao invés as apresentações sobre Portugal eram feitas por autóctones anglo-saxónicos), ter Joaquin Cortés a rir muito e não dançar nada, rir com Plácido Domingo e os outros num espectáculo triste de playback (não havia retorno?), olhar para todos os representantes dos países e vê-los a serem corridos para a saída...
Miserável.
publicado por wherewego às 23:15

05.07.07
Estou a ler o meu primeiro livro de Clive Cussler, Valhalla Rising, com Dirk Pitt como protagonista.
A história lida, de algum modo que ainda não consegui compreender, vikings, ou barcos vikings, e começa com o naufrágio de um barco.
Na página 150 (onde vou) Dirk Pitt encontra-se, com mais dois colegas, no meio do oceano, num submarino, perdidos já há uns dias. Como dizia, na página 150 são salvos por um catamarã. Apresentam-se e...
"Pitt studied the old man. 'We´ve met before.'
'Yes, i suspect we have.'
'My name is Dirk Pitt' He turned to the others. 'My shipmate, Misty Graham and Al Giordino.'
The old man warmly shook hands with all. Then he turned and grinned at Pitt.
'I´m Clive Cussler.'
E o autor entra em cena! Ainda hoje pensava numa ideia para texto, ter o escritor a chatear-se com o andamento da trama e acabar com tudo aquilo, mais ou menos espalhafatosamente. Claro que há outras hipóteses, o autor como personagem, o autor como ideia, o autor como deus ex-machina. Ideias há muitas, raramente tenho visto/lido o exemplo em acção de uma forma tão clara!
Tchau, amigos. Vamos lá a ver se o autor transformado em personagem é um deus ex-machina, está a imitar o Hitchcock ou é um dos maus, não me parece, da fita, mas não deixava de ser interessante.
publicado por wherewego às 23:42

04.07.07
Olha para o copo, para o whisky dentro deste. Dá mais uma golada.
Sempre se considerou um homem com humor, sempre gostou de rir, e tem pena que já não haja boas anedotas.
Há um mês contaram-lhe uma sobre o Primeiro-Ministro. Achou piada, não tanto pelo sentido de humor, mas...pela crítica, por...sabe lá, uma anedota é também um curto tratado sociológico.
Poucos dias depois, contou-a a dois colegas durante um coffee-break.
Enche o copo mais uma vez.
Um dos colegas chibou-se, o circo começou e o pão foi oferecido pelas televisões, rádios e jornais.
O telemóvel não mais parou, uma semana depois disseram-lhe que estava demitido.
Bebe mais um gole...
"Porra! E o pior é que contei mal a anedota..."
publicado por wherewego às 16:38

03.07.07
Tenho comprado os livros que oferecem a Sábado, ou vice-versa...
Tenho ficado satisfeito (mais ou menos) com quase todos.
Os últimos dois deixara-me, por razões diferentes, decepcionado.
De Mário Cláudio não aprecio as crónicas, demasiado verborreicas para o meu gosto, claro que o defeito há-de estar em mim,mas...
O livro de José Luís Peixoto desiludiu-me por completo. Li o que escreveu, há um ano, para a coleção de verão da Visão. Tinha piada, estava bem escrito e era mordaz. Este tem sentido de humor, mas pouco mais. E para quem conhece os romances do autor... é demasiado mau. Pelo menos eu acho, e tirem-me tudo, mas não me tirem a gosto pessoal.
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publicado por wherewego às 21:33






Há filmes que queremos ver muito. E às vezes nem há uma razão lógica. Queria ter visto o Homem-Aranha 3, mas dois amigos, um demasiado geek nestas coisas para ser ignorado, ficaram desapontados; queria ver o Ocean´s 13, mas não me importo de esperar pelo dvd.

Mas, não queria deixar de ver este Die Hard 4.0.

Primeiro porque gosto imenso dos primeiros 3 filmes. Cada um à sua maneira. O primeiro foi há poucas semanas considerado como o melhor filme de acção de sempre, pelo que me diz respeito tenho grande admiração pelo terceiro.
Enfim...não fui à espera de um filme com F grande, esperava encontrar alguém que conhecemos, mas não vemos à muito tempo. É difícil, neste caso menos - por causa dos anos, comparar os filmes anteriores com as sequelas, pelo menos no que diz respeito a filmes de "culto".
A série Die Hard tem fãs, bsstantes e eles não querem que o filme seja algo que os outros três não eram. Por isso é que me irrita ler os críticos e ver que dão estrelas a Die Hard com a mesma bitola que dariam a Citizen Kane. Os objectivos não são os mesmos, estamos a falar de "cinema" diferente, com objectivos muito diferentes.

E revendo John Mclane fiquei satisfeito, mas não deslumbrado. Não me interpretem mal, o filme corresponde ao que nós queremos, o mesmo sentido de humor, as explosões, o vilão "narcisista" com ataque de nervos, o humor (já disse), e a violência. Ah! e o Yippee ki-yay, piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

O filme conta a história de um ataque cibernético de longo alcance aos EUA. Mclane envolve-se sem querer, como sempre, e a partir daí é a luta contra o vilão de serviço. Que a determinada altura descobre quem é Mclane e junta a filha deste ao festival.

E Die Hard 4.0 tem tudo o que queremos ver. Mclane a ser boçal, Mclane a limpar o pó aos maus da fita, e a uma má (o que não se vê muito em cinema), Mclane a falar de si, do que é ser herói, de como se perde tudo e nada se ganha (umas palmadinhas nas costas), mas mesmo assim mostrando que ser herói é ter essa fibra, sem nada ganhar continua a ser-se!
4.0 tem Kevin Smith, num pequeno papel, num pequeno papel.

4.0 tem explosões, humor a rodos, aquele sarcástico a que nos habituámos, acção, muitos tiros e mortes q.b.

Em jeito de conclusão, Die Hard não é um mau filme, é um bom regresso, faz-nos rir e comer pipocas, mas falta, na minha opinião, alguma coisa.
Não me entendam mal, até gostei do argumento, mas penso que faltará alguma coisa em termos de pós-produção. Achei que a música colocada era má(zita, mesmo), e a realização não sendo má, peca por demasiado profissional. Falta ali qualquer coisa para ser um grande filme. E penso que a culpa é mesmo do realizador ou da equipa de pós-produção.
Mas não é por causa disto que não o devem ver...vejam e matem saudades.

Yipee ki-yay...


7/10
publicado por wherewego às 21:04

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