25.09.07
Acho uma autêntica vergonha o que se está a passar no PSD.
Mais de uma hora a fazer pagamentos de cotas por Multibanco? E ninguém lhes bateu? Se tivesse de esperar mais de 5 minutos para aceder ao Multibanco passava-me.

Agora a sério, portem-se como homenzinhos. Todos vocês, políticos, jornalistas e mecenas. Eu queria ver o Telejornal...
publicado por wherewego às 20:46

Participo desde ontem no Recordar o ABS.
publicado por wherewego às 13:42

O pouco tempo da reportagem deu para chegar a uma conclusão:
Sócrates é tão bom a ler inglês que até dói. Dói-nos os ouvidos, ainda que para os nativos deve ser melhor que stand-up comedy.
Imaginem estar ali, sentados horas a fio, a ouvir líder atrás de líder, a falar do ambiente e de como podem melhorar, quando na verdade o discurso é bem diferente da acção. E um atrás do outro dizem sempre o mesmo. Até que...de um cantinho escondido da Europa aparece um espanhol, perdão português, a dizer umas coisas engraçadas, com um ar da maior seriedade. Pena que por vezes seja incompreensível. Ou o sotaque ou o sentido da frase.
Sócrates é grande. Vamos ser conhecidos e amados, amados por esse mundo fora.
Pssssssiu: Ninguém lhe dá um computador e um curso de inglês daqueles com os bonecos da Disney? Mal não há-de fazer.
publicado por wherewego às 09:08

Martyn Lloyd-Jones escreveu em Spiritual Depression:
"Have you realized that most of your unhappiness in life is due to the fact that you are listening to yourself instead of talking to yourself?"
publicado por wherewego às 08:52

24.09.07
Acho interressante como a música ocupa um lugar tão importante nas nossas vidas.
Eu sou um cadinho, hummmmmm, eclético. Ouço e gosto de coisas extremamente diferentes do ponto de vista do ouvido.
Desde a pimbalhice ao pop mais foleiro, passando por metal, jazz, música portuguesa, independente, etc...
Ora, espanta-me que com tanta coisa a ser gravada e posta à venda, as rádios portuguesas passem sempre a mesma coisa.
Quase que não ouço música na rádio por isso. É sempre a mesma.
Deixo-vos algo que penso já ter colocado aqui, os meninos já não são propriamente imberbes e andarão nisto da música há bastante tempo.
Eu, que conhecia uma ou ddas músicas, e já ouvira falar deles, conheci-os a fundo há uns meses. Mas como sempre precisei de um período de nojo.
Acabou-se (o nojo).
Echo1
Echo2
publicado por wherewego às 16:54

A vírgula faz falta, mesmo que a tentem ignorar.
Enquanto professor já vi a vírgula a sofrer violências várias. Já ouvi de alguns que não a utilizam porque não é necessária, ao falar sabem onde se fazem as pausas, outros colocam-na onde fazem pausas para respirar e outros fazem ladaínhas infantis (anani ananaão) para saber onde a colocar.
Já vi de tudo...
Nas igrejas evangélicas, de um modo geral, os coros e hinos mais recentes padecem deste mal.
Há vírgulas colocadas como que por misericórdia, por economia; leio 4 ou 5 frases sem acentuação, quando a há as frases ganham sentidos dúbios na melhor das hipóteses.
Olho para as letras e penso se as pessoas que as escreveram/transcreveram têm prazer em ignorar a vírgula, devem pensar que se a ostracizarem ela perderá importância e um dia deixará de ser utilizada.
Filisteus...
publicado por wherewego às 09:16

Quem me conhece sabe do meu fascínio por tubarões.
Do sonho (inconcretizável) de um dia mergulhar perto de alguns, inconcretizável porque seria morto pela namorada antes de o tentar fazer.
Fico com inveja dos banhistas e ao mesmo tempo penso se as mudanças climatéricas terão alguma coisa a ver com isto.
publicado por wherewego às 09:11

20.09.07
Ultimato, a 3ª parte da saga de Jason Bourne chega hoje aos nossos cinemas .
Vi o primeiro filme por curiosidade e não gostei, achei demasiado previsível, ainda que com cenas de acção acima da média, mas pouco interessado em seguir caminhos novos, e tive dificuldade em engulir Matt Damon naquele papel.
Saiu o segundo filme, e pensei: Que se lixe.
E fui vê-lo. E não é que gostei? Talvez porque a namorada tenha morrido logo aos 10 minutos, talvez pela história ser menos previsível, não me lembro assim tanto do filme, mas confesso que fui convencido, até por Damon.
E agora sai este Ultimato. Depois de ler uma crónica de Paulo Portas no Expresso, a dizer maravilhas do filme, fiquei ainda mais excitado. Há muito tempo que não vejo um filme de acção digno desse nome. No cinema!
E saio descontente. Não me perguntem porquê. O filme terá o melhor dos dois primeiros, bem como o pior. Parece ser realizado em modo automático, e Matt Damon consegue voltar a irritar-me. Não gostei do argumento, e as cenas de luta quase que me adormeceram. Nada de novo, ainda que me espante ver Damon a lutar daquela maneira. Mas...
Fico-me pelo filme do meio.
publicado por wherewego às 08:49

Aquilino foi para o Panteão, e muitos dos discursos demoraram na necessidade de o ler, de o conhecer. Confesso que de Aquilino só li o Romance da Raposa, 2 vezes.
A verdade é que muitos dos nossos autores, com excepção de alguns comunistas/neo-realistas(que são editados pela Caminho), não são editados. Andar à procura de um Fernando Namora, de Aquilino, de Ferreira de Castro e mesmo de Camilo (tirando as chapa 5, as outras podem ser mais complicadas de encontrar) pode tirar qualquer um do sério.
Podem as editoras proclamar a ausência de público para tais livros, mas o inverso também é verdade, resta-nos ir a um alfarrabista ou a uma biblioteca.
publicado por wherewego às 08:37

19.09.07
Humanos como somos gostamos de discutir amiúde sobre o sexo dos anjos (uns mais amiúde do que os outros).
Nisto os Cristãos têm experiência. Gostamos de discutir sobre o que não tem importância, muitas das vezes.

Um dos temas mais quentes é o da adoração. Não o que é em si (que mitigaria muitas das discussões seguintes), mas o como, o porquê e o que acrescentar.
Li (reli parte) de um livro chamado Return to Worship: A God-Centered Approach de Ron Owens. O livro é epistolar e divide-se em duas partes. Na primeira lemos cartas à igreja, e tem a ver com a noção de adoração, partindo de textos tanto do Antigo como do Novo Testamento, e a segunda parte temos cartas aos líderes da igreja e aos que lideram o louvor. Parece-me um livro extremamente útil, equilibrado, e de alguém que teme a Deus.
Muitos dos temas abordados são questões que me têm inquietado ao longo dos anos, umas mais do que outras.
Owens fala do estilo, mas não se perde, do objectivo da reunião, de quem toca e canta e se são salvos ou não, da interacção entre a equipa de louvor e o pastor (temas mais recorrentes na segunda parte, como é lógico).
Um livro a ler.

Se quiserem comprar podem fazê-lo aqui ou no link acima colocado.
publicado por wherewego às 11:00

mais sobre mim
Setembro 2007
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
14
15

16
21
22

23



arquivos
2011:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2010:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2009:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2008:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2007:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2006:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2005:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2004:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


pesquisar
 
comentários recentes
"Pandev nao mentiu" "Pandev no mintió"
Jornalistas desportivos madrilenos desrespeitam DI...
Don Andrés Amorós Guardiola.....¿Mourinhista?
forcinha amigo :)
se calhar eles arrumam as coisas por secções: mass...
olha que tu também tens as tuas taras a arrumar co...
Já eu tenho no policial um dos meus géneros de ele...
Policiais nunca foi algo que me atraísse muito par...
Na minha opiniao, investir em gato fedorento é sem...
ah... a riqueza de descrever as coisas simples! go...
subscrever feeds
blogs SAPO