21.11.07


Journeyman tem sido uma das surpresas da nova época televisiva.

Conta a história de um homem normal que, sem o conseguir evitar, viajar no tempo, com o intuito de ajudar determinada(s) pessoa(s).

Em que é que a série difere de Quantum Leap? Aqui a personagem principal viaja de corpo inteiro, assim que acaba determinada missão volta ao presente, há consequências pessoais entre as viagens (tem de convencer a família de que viaja no tempo, perde tempo real no trabalho e com a família, etc), nunca viaja, pelo menos até agora, mais do que 20 anos no passado.

As duas senhoras do poster são as paixões da sua vida, a do lado esquerdo, a noiva que morreu num acidente, e a do lado direito a actual esposa. Nas suas viagens, Dan vai rever a sua antiga noiva e provar o seu amor com a esposa.

Uma série interessante.

publicado por wherewego às 10:14

18.10.07

A produção de séries com cunho sobrenatural está de boa saúde e recomenda-se, entre extra-terrestres, mortos e demónios há imensas séries, ou tem havido nestes últimos anos, na TV ou em DVD.
Ora, apreciando este espectro há que destacar uma das séries estreada na nova época televisiva nos Estados Unidos, Pushing Daisies.
Uma breve viagem pela net mostrou-me que há um equilíbrio complicado entre o elogio ao piloto e o medo do futuro.
Explicando, já li que PD teria sido um excelente filme, que será difícil transformar um excelente (excelente, nunca é demais ressalvar) piloto numa boa série, é que o primeiro episódio é tão bom que dificilmente os outros chegarão lá perto.
Mas, o que é PD?
Pushing Daisies é uma série com muitas características dos filmes de Tim Burton, ainda que tenha mais humor e cores berrantes, em vez do ambiente soturno.
PD é relatado em voz-off, e conta-nos a história de Ned que, ainda criança, descobre que tem o poder de reviver os mortos com um toque. O busílis é que ao segundo toque o recém ressuscitado morre outra vez, e se Ned não der o segundo toque no espaço de um minuto alguém morrerá, estabelecendo o equilíbrio natural.
De uma forma simples, caracteriza-se esta série de cores berrantes, com um humor finado (perceberam a piada?) e um excelente piloto. Mas, não ficamos por aqui...
No piloto, Ned encontra a sua namorada de infância já morta. Não resiste a tocá-la e demora mais do que um minuto, depois prefere ter a sua companhia do que perdê-la novamente.
Mas Ned reencontrou a sua paixão de catraio através do seu biscate. Juntamente com um detective privado vai ganhando a vida, ressuscitando os assassinados em busca da identidade dos seus assassinos, ganhando a recompensa pelo desvendar dos crimes.
É uma das surpresas da temporada, a ver vamos se o nível se mantém...A série é brilhante e merece atenção, ia pedir atenção às televisões portuguesas, mas mesmo que a comprem vão transmiti-la de madrugada por isso...
publicado por wherewego às 15:34

12.10.07
Há um dito que reza mais ou menos assim, quando um cast de uma série de televisão é quebrado a própria série quebra-se.
Nem sempre é verdade, mas... é mais verdadeiro do que falso.
Uma das minhas séries favoritas, a britânica Spooks, tem tido um cast relativamente móvel. Os actores têm saído por diversas razões (experimentar novos voos no cinema, essencialmente) e os argumentistas têm feito maravilhas com esta dificuldade extra. O que fazer com uma personagem quando o actor abandona a série? Os argumentistas de Spooks têm-se divertido a chocar os fãs e a aumentar a qualidade da série. Mortes, abandonos do MI5, desertação e mais mortes tem sido o ingrediente para motivar quem assiste a série. Com sucesso, diga-se.
Este ano, há, para os fãs de Grey´s Anatomy, a luta contra o estigma do cast destruído. Addison saiu para a sua série, o que desiludiu os seus fãs, a ver se Private Practice tem o sucesso desejado ou se haverá um "boicote" de modo a que a personagem volte ao Hospital de Seattle. O actor que encarnava Burke (Isaiah Washington) foi demitido ou o contrato não foi renovado (vai dar ao mesmo) e a série pode tremer sem esta personagem. Nos dois primeiros episódios Burke tem (sem estar) muito presente e os argumentistas tentam evitar que a sua sombra paire durante muito tempo sobre a série.
Como laconicamente escrevi, uma das personagens mais queridas de Prison Break conheceu o criador ao perder a cabeça, mais uma vez a situação foi desencadeada pela não renovação do contrato, já que os argumentistas não previam a presença da personagem em toda a época e pelo actor/actriz só querer renovar por uma época inteira, outras questões se levantaram, mas não quero deixar muitas pistas.
As saídas (nomeadamente de um actor) de uma série implicarão muito nas audiências seguintes. Com a saída em cena de uma personagem pode-se estar a perder alguns (milhares, no caso americano, de) espectadores, mas pode-se também ganhar outros.
No caso de Spooks a forma como reagiram à saída de alguns actores, numa fase de sucesso crítico e de espectadores) só serviu para cimentar ainda mais a fama e qualidade da série.
No que diz respeito a Grey´s Anatomy e Prison Break ainda é cedo para saber o que vai acontecer.
Mas as audiências de Prison Break já começaram a descer e algo me diz que descerão um pouco mais antes de subirem novamente.
publicado por wherewego às 12:20

04.10.07

Private Practice, o spin-off de Grey´s Anatomy, estreou a semana passada nos EUA. Sem surpresas teve uma boa audiência.
Pelo que tenho lido não sei durante quanto tempo (a manter-se a qualidade do episódio duplo da 3ª série, e do piloto). A série não agradou a toda a gente, longe disso e principalmente há a mágoa de se ter perdido uma das personagens mais queridas de Anatomy.
O piloto é ligeiramente melhor que o episódio duplo, mas ainda assim tirando a personalidade de Addison, pouco há que me interesse verdadeiramente.
Vi, ri um pouco, mas ainda está a anos luz da qualidade da série mãe.
Percebe-se que a "família" problemática que rodeia Addison o é para criar inúmeras situações dramáticas e cómicas, mas...
Não me excitou particularmente.
Desde o episódio duplo até agora mudou-se uma cara, trocaram a actriz que faz de melhor amiga de Addison. Sem querer faltar ao respeito a ninguém a nova actriz parece-se demasiado com um travesti para me parecer (a mim, claro) credível.
Enfim...o tempo dirá se Private seguirá os passos de Anatomy. Para isso há que haver muito trabalho de casa da equipa de escritores. E ao fim de três episódios...eles ainda não se esforçaram...

Próxima série: K-Ville - um policial em Nova Orleães pós Katrina.
publicado por wherewego às 11:52

02.10.07
Falaremos nos próximos dias de...
Grey´s Anatomy
Private Practice
Big Shots
Chuck
Journeyman
K- Ville
The Big Bang Theory
Bones
Reaper

e outros.

Não necessariamente por esta ordem
publicado por wherewego às 11:55

11.06.07

Rescue Me (Socorro em português) é uma série dramática protagonizada por Dennis Leary e que foca a vida de uma corporação de bombeiros em Nova Iorque.

Já passara os olhos por um ou outro episódio, mas ainda não vira nenhum completo. Ontem tive a oportunidade de ver o primeiro.

É uma série adulta para adultos, entramos na vida de Tommy Gavin, bombeiro, que tenta levar a sua vida avante do 11 de Setembro, em que perdeu quatro amigos, e encontra-se em processo de divórcio.


O episódio foca estas questões, a chegada de uma psiquiatra (psicoterapeuta) ao quartel e a "confissão" de Tommy, o espiar o novo namorado da ex-mulher, o combater um fogo, o conversar com os seus fantasmas (o Abrunhosa deve ver a série).

Há duas cenas marcantes neste episódio.


Quando os filhos de Tommy dormem em sua casa, e ele coloca notas em cima da mesa, quem lhe responder a perguntas sobre o namorado da mãe, fica com o dinheiro. Pouco pedagógico, natural, mas hilariante e ao mesmo tempo denunciador de uma falta de diálogo e revelador do tipo de relacionamento entre este pai e os filhos.


E depois há a cena final. Ao longo do episódio vemos Tommy falar com os seus fantasmas, com as pessoas que não conseguiu salvar ou que lhe eram próximas e morreram no 11 de Setembro. Na cena final, vemos Tommy na praia, a beber. Ao seu lado os seus fantasmas... Quando ele parte os fantasmas seguem-no... Há coisas que devemos ultrapassar, face à possibilidade de as carregarmos ou de sermos consumidos por elas. Neste episódio vemos quais as cargas de Tommy, os seus fantasmas, o que o oprime, e no final os seus fantasmas seguem-no. Até quando?


Rescue Me é uma série forte, interessante e que prometia (nos EUA vai na 4ª série daí o tempo verbal. Parece que o rometido foi devido.) Por mim, e ainda na primeira série, vou começar agora a conferir a qualidade e a certeza da crítica.


publicado por wherewego às 09:40

30.04.07
No último mês têm sido muitas as peças jornalísticas sobre séries televisivas.
Entre semanários e diários lembro-me de três reportagens sobre o fenómeno de vendas de séries, sobre as séries televisivas de Culto e sobre a diferença e parecença, e a qualidade entre séries televisivas e cinema.

Ora, este fenómeno é extremamente interessante. A televisão americana é por definição, mais do que a nossa, um mercado. O que não dá dinheiro é posto de parte. Isto acontece com as séries.
Algumas das séries que comecei a ver este ano, e de que estava a gostar, foram canceladas abruptamente.

Ainda este fim de semana comecei a ver uma série chamada Drive, que era uma mistura entre Prison Break e corrida de carros, foi cancelada ao 4º episódio; Kidnapped terminou ao 13º, mas ainda deu tempo para terminar as arc-stories; Vanished terminou, salvo erro, pelo 13º as well, mas só o destino da mulher do político foi conhecido, todas as outras tramas ficaram em aberto; The Nine ficou em águas de bacalhau e mais uma ou duas ficaram na mesma situação.

O meu tão amado Studio 60 foi congelado, depois aparentemente cancelado e agora diz-se que voltará, pelo menos para terminar a primeira época, no fim de Maio.

As fracas audiências são a principal, única, razão para o fim antes de tempo de todas estas, e outras, séries.
Porque é que uma série tem pouca audiência?
O que mantém uma série no ar?
Há variados factores em causa.

Um, é obviamente a série não chamar a atenção dos telespectadores. Mas nem sempre é tão preto no branco! Porquê? Já lá vamos.

Dois, a série, ainda que tenha qualidade, luta contra outras que já começaram há pelo menos uma época, e que podem ter, maior ou menor, uma audiência fixa. Studio 60 começou por lutar contra Anatomia de Grey, até que decidiram trocar o dia. Nos EUA, o mercado de séries de televisão é um campeonato, e por vezes aposta-se forte numa série, sem ter em conta que a estão a lançar contra os crocodilos. Não haverá muita gente disposta a dar uma hipótese a uma série nova quando se tem de optar entre esta e 24, Anatomia de Grey, House, etc.

Três, o Tivo e o PP. O que dá dinheiro a uma estação é o número de pessoas que vêem determinada série no momento em que ela está a dar. Mas, o facto é que a nossa realidade é virtual. Na necessidade de se escolher entre duas ou três séries, o telespectador comum opta pelas três! Vê uma, e grava ou saca as outras duas. Foi o que Aaron Sorkin disse, já que a audiência de Studio 60 é um pouco maior em virtude das pessoas que gravam o programa com o TIVO.

Quatro, aparentemente o crescimento do mercado de DVDs ainda não está equacionado no que diz respeito a estas novas séries. Se é verdade que muitas delas rendem milhões depois de editadas em DVD, não haverá muitos a comprar uma série incompleta e sem um final concreto. Poderá haver retorno concreto neste mercado se se decidir editar a série completa? Possivelmente. Financeiramente é lógico terminar uma série sem saber quem a irá comprar, tendo em conta que não passou na televisão ou que foi ofuscada na mesma? Não saberei dizer. As experiências de vários canais de televisão que têm cancelado determinada série e colocado à disposição na internet os restantes, sem ocupar espaço televisivo, poderão ajudar a definir a resposta.

Quinto, o horário. Quanto mais próxima do prime-time mais cara e maiores dividendos tirará uma série. 24 nunca poderia passar num horário da tarde, só em Portugal. As séries de maior sucesso em Portugal, tanto na televisão como no mercado de DVDS, passam em horário nobre na televisão americana, cá passam durante as tardes de fim de semana ou de madrugada, se tivermos com excepção os canais Fox e AXN.

Concluindo, o que faz de uma série uma série de culto?
Eu diria que um golpe de asa. Se os críticos podem ser unânimes, nem sempre são o factor concreto e decisivo. As audiências decidem, mas também a tecnologia, os já citados PP e TIVO.
Prison Break pode ser um caso de sorte e planeamento. A FOX decidiu dar umas semanas de descanso a 24, e colocou Prison Break (PB) no seu horário, a meio da temporada televisiva. Os espectadores de 24, alguns inaptos para apreender outra série a meio, iniciaram o visionamento de PB e ficaram agarrados ao sofá, quando 24 regressou, a FOX colocou PB imediatamente antes e ganhou não uma hora de audiências, mas duas.

Se aqui o descanso de uma série, por razões de produção e não só - a duração da temporada televisiva em termos de semanas, resultou em vários dividendos, a decisão de congelar Lost entre Novembro e Fevereiro trouxe amargos de boca à ABC. A série que tomou o mundo de supresa perdeu muito do seu ímpeto na 2ª época. Na 3ª parecia voltar aos bons velhos tempos, mas a decisão de emitir 6 episódios e esperar quase três longos meses até novos episódios afastou muitos dos fãs, já um pouco fartos de tanta indecisão e mistério.
Poderia continuar, e mostrar algumas decisões que têm sido feitas para manter uma ou outra série com sucesso, ou tentar limá-la aos olhos do público, mas ficamos por aqui, pelo menos por agora.
publicado por wherewego às 12:11

27.03.07
O cinema é diferente da televisão. Concordemos nisto, sem pensar em todas as razões que legitimam a afirmação.
Pasmo, muitas vezes, quando actores de sucesso, numa série de sucesso tentam sair/acabar contrato/fugir por se sentirem cansados, por quererem outros voos, cinematográficos, especialmente.
Pasmo, muitas vezes, porque reconheço o quase total insucesso da decisão.
Lembram-se dos X-Files? O que foi feito dos actores? O que é feito de Duchovny?
Dois exemplos, dois porque de momento não me lembro de mais nenhum, mas porque a insistência de Duchovny levou à entrada de um novo actor nas últimas séries.
Um mero exemplo para termos cuidado com queremos sempre mais.
publicado por wherewego às 12:10

05.03.07
Vi o último episódio de Studio 60. A série fica em banho maria, já que foi congelada pela NBC. É pena que nunca tenha tido a fatia de audiências desejada. É uma das minhas séries favoritas, por um dos meus criadores/argumentistas favoritos. Studio 60 sofreu com as séries com que competia, com o TIVO (espécie de videogravador digital) e com um decréscimo de audiência gradual. Não obstante ser uma das séries mais engraçadas, bem escritas e interpretadas da televisão americana no momento.

Vi o primeiro episódio de The Closer, agora posta à venda no nosso mercado, produzida pela mesma senhora que produz Nip Tuck. Voltamos ao ambiente de Prime Suspect, temos uma senhora que vai dirigir equipa de investigação, o que traz vários problemas, principalmente de ego e guerras de sexo. O piloto está bem escrito, mas por enquanto não me faz querer ver mais nenhum... Todas as criticas são unânimes, a série é excelente, mas eu devia estra ainda em ressaca, de Studio 60, porque a série não me aqueceu muito.

Comecei a ver a 3ª série de Anatomia de Grey. Não consigo descrever quão grande foi a surpresa com esta série. Já escrevi aqui que não gostei do primeiro episódio, e ia vendo cinco minutos aqui, dez acolá. Comprei a primeira série em DVD, depois a segunda e im hooked. Com o sentido de humor, com a descrição das personagens, com os casos clínicos, enfim...há vida depois de ER e de House. E a terceira série promete.
Já agora, para os fãs, sabemque está nos planos um spin-off da série? Ao que consta poderá criar-se uma série emq ue a personagem principal será a Dra. Montgomey Sheperd. Se irá para a frente, ou se será uma boa ideia o futuro responderá.
publicado por wherewego às 12:51

03.03.07
Sou um filho pródigo, um vendido.
Lembro-me nos velhos tempos (é desnecessário dizer bons) de ir ao cinema 3 vezes por semana. E a carteira nem se queixava muito, ia quase sempre uma vez por semana às anteestreias (à borlix, obviamente), ia uma vez por semana ao Fórum Cultural do Seixal (e o preço era cerca de um terço do preço normal) e ia ao cinema em Lisboa, quando saía (ou faltava) das aulas.
Não vi The Departed - Entre Inimigos, que queria tanto ver, mais para comparar com o (original) Infernal Affairs, não vi O Bom Pastor, não vi o Rocky Balboa...
A verdade é que troquei, quase por completo, o cinema pela televisão, por isso em compensação falta-se ver o, por enquanto, último episódio da, actualmente congelada, minha série favorita Studio 60 (o que não faltam são posts neste blog sobre a mesma; e a segunda série de Anatomia de Grey, que primeiro nem a pontapé e agora não sai do leitor...
Enfim...há tanta coisa em cinema e dvd que queria ver, mas as séries têm ocupado a primazia...
publicado por wherewego às 23:31

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